Como se manter em forma com o mínimo de esforço?

Mulher de +40 anos está na praia. Usa um biquíni vermelho. É morena e tem um corpo bonito.

Como se manter em forma com o mínimo de esforço? Eis a questão!

Questão que, para falar a verdade, sempre, me acompanhou.

Em outras épocas, eu me sentiria envergonhada por admitir pensar desta maneira: com o mínimo de esforço!

Jamais confessaria, publicamente, como estou fazendo…

Agora, aos 58 anos, ainda me culpo [talvez, um pouco menos], porém, não tenho mais vergonha de admitir: – Não gosto de ‘fazer exercícios’!

Ou, numa linguagem mais moderna:

Não gosto de ‘fazer atividade física’!

Pronto! Confessei!

Sou sedentária.

Não que eu me orgulhe disso, nem que desaconselhe a atividade física. Muito pelo contrário! A atividade física é fundamental para a manutenção da saúde, qualidade de vida e longevidade.

Afinal, nós, seres humanos, fomos desenvolvidos e aprimorados pela natureza levando em conta a necessidade de deslocamentos constantes. Éramos, inicialmente, nômades. E nossa genética é, praticamente, igual aos nossos ancestrais da época das cavernas.

Nossa genética é quase idêntica àquela dos nossos ancestrais da Idade da Pedra.

Nossas ancestrais são super charmosas! Crédito: Olivier Silven Frances Nantes

Disse, apenas, que eu, Sandra, não gosto de fazer atividade física e fico imaginando como me exercitar [já que é vital para a saúde e, como médica, tenho total consciência disso] SEM ESFORÇO!

Não tenho tempo. Nunca encontro tempo para isso. Mas… já me questionei se não poderia ser preguiça!

Confessei minha preocupação. Que horror! Preguiça! Um dos ‘Sete Pecados Capitais’.

Mas, seria, mesmo preguiça?

Não consigo compreender por que acho isso tão difícil… Só de pensar em ir à academia, já começo a ficar irritada.

Muito irritada.

Não sei se é pelo calor… Quem sabe?

Talvez, seja o desconforto do suor escorrendo, da roupa grudando…

Na Transição da Menopausa, ocorrem alterações no termostato cerebral feminino, provocando um aumento da sensibilidade ao calor. Como mecanismo de compensação, ocorre uma intensa sudorese que vem associada a um mal-estar generalizado. Às vezes, progredindo para uma sensação de sufocação, especialmente, se estivermos nos movimentando.

Mas, claro, não estive toda minha vida na Transição da Menopausa.

Uma ideia inteligente

Foi, então, que me deparei com a reportagem sobre Roger Frampton, um coaching do movimento[?!].

Modelo internacional, com pouco tempo para fazer musculação devido às viagens, Frampton acabou desenvolvendo técnicas de exercícios adaptáveis a qualquer espaço e situação e que não tirassem muito tempo.

De saída, já adorei a ideia.

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